Postado por Admin | na categoria Notícias | em 26-01-2011
Maquiador ensina a fazer um look nude para o dia a dia e um make-up de festa. Confira alguns truques de Maquiagem apresentados no programa “Hoje em Dia”, da TV Record.
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Aprenda a como prevenir e tratar a cinomose. A cinomose é uma grave doença contagiosa, transmitida pela inalação do vírus CDV (Canine Distemper Vírus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC) aos cães, ferrets e raposas, como explica Andrei Nascimento, veterinário da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Araçatuba. Ao portal R7.com. o veterinário da Unesp explica que – Os cães inalam o vírus através de outros cães contaminados. O animal pode cheirar as fezes de um cão doente, pode ser infectado em uma clínica veterinária ou até mesmo em um pet shop, onde há uma circulação muito grande de bichos. É uma transmissão muito parecida com a gripe. – O animal pode desenvolver um quadro respiratório e evoluir para uma pneumonia, ter problemas gástricos, como vômitos e diarréias, conjuntivites e, num grau mais avançado da infecção, ter convulsões, falta de coordenação dos movimentos, andar em círculos e não conseguir caminhar em linha reta. Segundo Andrei, como a doença não tem cura, o que pode ser feito é um tratamento de suporte para combater as infecções bacterianas secundárias que atacam o animal. – As “bactérias oportunistas” aparecem por causa da imunossupressão, que é a baixa imunidade causada pelo vírus da cinomose. Para atenuar a ação dessas bactérias, normalmente o veterinário utiliza anticonvulsivos, anti-inflamatórios, antibióticos e um tratamento muito importante chamado fluidoterapia, que é uma terapia de suporte por via intravenosa, em que o animal é internado por algumas horas para tomar soro e glicose. Como o cão não pode ser alimentado porque vomita muito e tem diarreia, temos que nutrir o animal de alguma forma, por isso é feita a fluidoterapia.
Diferentemente dos cães infectados pela leishmaniose visceral, o animal com cinomose não é obrigado a ser sacrificado, mas na maioria dos casos isso é o mais sensato a fazer, segundo o veterinário. – A opção de sacrificar o animal deve ser discutida entre o veterinário e o proprietário do cão. O bem-estar do bicho vem sempre em primeiro lugar. Quando o cão deixa de ter o mínimo de padrão de vida, o veterinário sugere a eutanásia até porque a doença costuma deixar muitas sequelas no sistema nervoso central do cão, como, por exemplo, paralisia nos membros inferiores, “tiques nervosos”, ou o animal não para de tremer a cabeça e as patas. Como evitar a cinomose: Andrei salienta que, para evitar a cinomose, a prevenção correta é o único jeito. A maioria dos animais que contrai a doença são filhotes, pois têm o organismo mais fraco e ainda não receberam as doses de vacinas preventivas.
- Existe uma vacina contra a doença que reduz e protege em mais de 90% a incidência de casos. A recomendação é que filhotes sejam vacinados e que o cães adultos sejam revacinados anualmente contra a cinomose. A primeira dose da V8 ou V10, vacinas que previnem contra a cinomose, deve ser dada ao filhote por volta dos 45 dias de vida. Depois dela, há mais duas doses que devem ser dadas com intervalo de 21 dias cada. Além da cinomose, esses medicamentos protegem o pet da hepatite, adenovirus, parainfluenza, parvovirose, coronavirose e leptospirose. Fonte – R7.com
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